Inglaterra: It’s such a sunny nice day!

O tempo em Londres também era corrido. Não havia muito dele para descansar. Eram menos de 72 horas na cidade e havia muita coisa para ver. Então para economizar tempo, chegando no hostel (St Christopher’s Inn London), apenas deixamos as coisas, comemos um lanche lá mesmo e saímos para fazer o roteiro “Londres a pé”, semelhante ao roteiro de 1 dia inteiro de caminhada por Paris. A diferença agora é que não seria o dia inteiro, mas somente uma tarde para ver: London Eye, Big Ben, Westminister, Green Park, Buckingham e Piccadilly Circus.

O Metrô de Londres

Saindo do hostel, foram poucos passos até chegar em uma estação de metrô que poderia nos levar ao primeiro ponto, até então o planejado seria descer em Westminister Station e daí seguir a pé até os demais lugares. Entretanto, o funcionário que nos ajudou a comprar a passagem (em Londres é tudo feito no atendimento automático) nos deu outra ideia: ir até Embankment Station e de lá ir caminhando para Westminister. O cara foi tão gente boa que as palavras dele viraram o título da postagem. Ao pedir direções e informação de aonde descer ele disse com sotaque britânico modo on: “Well, you can go straight there. But, it’s such a sunny nice day, why don’t you go to Embankment Station and then take a walk to Westminster.”

O conselho foi seguido e o resultado disso foi a caminhada que está ilustrada na imagem abaixo. Ficou legal porque como todos esses pontos do primeiro dia são bem próximos, quase fechou-se o ciclo até o ponto de partida. Essa caminhada durou a tarde toda e o início da noite.

Ah, resta dizer que o metrô de Londres é bem mais legal que o de Paris (na minha opinião). Pelo menos, bem mais limpo. Assim com em Paris, tem estações em todos os lugares e que fazem ligações entre si. Entretanto eles não são tão amigáveis com o seu bolso em Londres. Enquanto em Paris uma passagem de metrô custava 1,80 (euros) em Londres custava 4,90 (libras). Ou seja, quase 4 vezes mais em R$, e nestes tempos, o bolso do brasileiro está muito frágil.

London Walk

London Eye e Big Ben

O que eu posso dizer desses lugares é que são fantásticos e que por isso sempre tem muita gente lá. Não comprei ingresso para a London Eye, então não posso dar muitas dicas sobre, mas tem um fila bastante grande lá, pelo menos na parte da tarde que foi a hora que passei. Tem uma grande quantidade de turistas no local, e para variar algumas pessoas aplicando golpes, mas não como os que falei que acontecem em Paris. Em Londres, vi aqueles jogos de escolher uma carta, embaralhar e depois dizer aonde a sua carta está. De qualquer forma, a polícia age muito mais fortemente lá. No período em que fiquei nesses arredores, vi a polícia impedindo esse tipo de jogo algumas vezes e inclusive, levando os caras presos.

O Palácio de Buckingham: Chá das 5 com a Rainha

Estava perto de 5 da tarde quando nos aproximamos dos jardins reais. O lugar é incrível, tem muitas espécies de árvores e flores que não temos na região nordeste do Brasil. Então a visita já começa neste ponto. Várias pessoas estão passeando pelo lugar também, e fazendo algum tipo de exercício. Existem várias paisagens legais, com pontes e com a presença de alguns animais como esquilos e cisnes. É uma caminhada bastante agradável, e o parque dispõe de alguns vendedores de bebidas quentes, então para mim não foi o chá das 5, mas o café das 5 😀, e banheiros públicos muito bons, que você pode usar pagando 50 centavos. Ah, eles também tem bebedouros espalhados pelo parque. PS: Leve amendoim ou alguma outra comida para brincar com os esquilos.

Na frente do palácio de Buckingham dá para ver aqueles tão famosos guardas que ficam guardando a entrada. Como fui a tarde não deu pra ver a famosa “troca de guardas”, pois isso acontece pela manhã. Entretanto, tive a sorte de encontrar uma nota de 20 Euros no chão, bem em frente a entrada. Hehehehe 😀

Visita à Piccadilly Circus

Já era noite quando a caminhada foi retomada seguindo para o último ponto do dia. Neste momento você pode imaginar que a bateria do ser humano está de pé desde às 6 da manhã, viajou de Paris à Londres e já realizou várias caminhadas (inclusive com mala) está em níveis alarmantes. Então, o cansaço já começava a vencer quando Piccadilly Circus foi avistada. Em resumo, parece uma mini Times Square. Várias pessoas tirando foto no local, alguns artistas se apresentando, e diversas lojas famosas nos arredores.

Confesso que minha vontade de ir ao local se deu principalmente por causa de uma cena de Harry Potter e as Relíquias da Morte. Então foi uma boa maneira de encerrar esse dia, já que o dia seguinte seria a tão esperada visita aos estúdios da Warner aonde gravaram o filme. Pode-se dizer, uma das principais razões da viagem a Londres!

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Inglaterra: King’s Cross Station

A viagem de Paris para a Inglaterra começou na segunda bem cedo, bem do lado do hostel aonde eu estava hospedado, na estação de Gare du Nord. Na verdade, a escolha do St. Christopher’s Inns Paris não foi à toa, além de ter um preço e um serviço muito bom, ele fica localizado do lado da estação e isso era um atributo muito valioso, já que a minha passagem de trem para Londres era às 8 da manhã.

Viajando de Paris para Londres pela Eurostar

Uma dica importante neste ponto é que para ir de Paris para Londres, mesmo saindo da estação de trem você vai ter de passar pela imigração. Então é bom chegar com um pouco de antecedência, pois tem um formulário para preencher (leve caneta) e uma fila para pegar. Depois disso, é preciso falar com um oficial britânico que vai te fazer algumas perguntas. No meu caso, foram perguntas bem simples:
– Oficial: Where are you from?
– Eu: Brazil.
– Oficial: And what to you do in Brazil?
– Eu: I’m a PhD researcher.
– Oficial: What are you going to do in London?
– Eu: Basically, tourism, and specially to visit in Harry Potter’s studios.
– Oficial: So, you are going to London to research Harry Potter… Hahahaha
– Eu: Hahahaha
– Oficial: How long are you going to stay in London?
– Eu: 3 days.
– Oficial: And where do you go after London?
– Eu: I’ll come back here, to Paris, to take the flight back to my country.
– Oficial: Ok then, enjoy your travel (carimbando meu passaporte).

Como eu disse, todas as perguntas foram bem simples. Basicamente, saber se eu tinha vínculos no Brasil, quanto tempo pretendia ficar em Londres e os planos para lá. Ela nem ao menos me perguntou quanto dinheiro eu estava levando. Foi bastante simples, muito embora antes de fazer a viagem, li em algum lugar que os oficiais da imigração da Gare du Nord eram um tanto quanto chatos e faziam perguntas repetitivas a estrangeiros de fora da União Europeia, raspei até a barba antes da viagem. Mas isso não aconteceu. Foi rápido e tranquilo, e depois que você passa pela imigração é só se encaminhar ao portão de onde o seu trem vai partir.

A viagem para Londres foi realizada pela Eurostar. A passagem foi comprada ainda no Brasil, por algo em torno de € 50,00 (cinquenta Euros). A viagem é realmente muito boa, confortável e rápida (algo em torno de 3 horas). Os lugares são marcados, bastante vagos e tem tomadas para carregar o celular. O trem tem um vagão restaurante, aonde você tem a opção de pagar com Euro ou Libra. Durante a viagem você pode admirar as cidadezinhas do interior da França e ele para em algumas cidades como Lille e Calais, e se ele se descuidasse saísse fora dos trilhos ainda daria um pulinho na Bélgica. Sem falar que você ainda tem a oportunidade de percorrer um trecho por baixo do Canal da Mancha, o que na prática, significa 20 a 30 minutos de escuridão lá fora (decepcionante). Então vale muito a pena viajar de trem de Paris para a Inglaterra.

Nesse dia da viagem, finalzinho de setembro, os conflitos com os refugiados já tinham iniciado. Então o trem passou um tempão esperando autorização para entrar no Canal da Mancha e a viagem atrasou um pouco. Como uma maneira de se desculpar pelo problema, a Eurostar ofereceu 50% de desconto na nossa próxima viagem. Pena que eu já tinha comprado a volta!

King’s Cross Station e a Plataforma 9 3/4

O trem da Eurostar chega em Londres na estação de St Pancras, que fica na frente de… King’s Cross Station! Então é claro, que como um bom fã de Harry Potter, eu não tinha outro pensamento no momento, exceto: ver a Plataforma 9 3/4. Então assim que eu desci do trem, eu sai em alta velocidade, pronto para entram na tão famosa King’s Cross Station. E sim, lá estava eu, 27 dias depois que o Expresso de Hogwarts tinha partido (em 01 de setembro), pronto para ver o icônico lugar que fez parte da minha infância, adolescência e vida adulta. Sim, porque até hoje, todo esse universo ainda importa muito para mim!

A Plataforma 9 3/4 fica no caminho para as Plataformas 9 e 10 da estação de King’s Cross. É muito fácil de identificar, porque o dia inteiro tem uma fila de pessoas para tirar foto no carinho que está “desaparecendo” na parede, pronto para ir para Hogwarts. O carrinho é de uma loja dedicada a produtos relacionados unicamente com Harry Potter. Mas eles não cobram absolutamente nada para os visitantes tirarem foto. Pelo contrário, tem três funcionários muito legais lá no carrinho, que te emprestam um cachecol de uma das casas de Hogwarts (Slytherin of course) e tiram várias fotos “oficiais” de você “entrando” na parede, com direito a efeito no cachecol voando. Enquanto isso, qualquer outra pessoa que estiver lá com você pode tirar quantas fotos você quiser, na sua própria câmera. Depois disso, é só ir dentro da loja e se você gostar de alguma foto, você compra pela bagatela de 2o libras. Na ocasião, não gostei das fotos que eles tiraram, então investi o meu dinheiro em um cachecol (Slytherin of course). Saí dali realizando um grande sonho, então meu nome era felicidade naquele momento.

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Londres: Hospedagem em Hostel com preço acessível

Saindo de King’s Cross Station fui direto para o hostel que tinha reservado ainda no Brasil. Como já tinha visto várias informações positivas sobre o Christopher’s Inns Paris resolvi fazer a reserva na filial deste hostel em Londres. Por que imaginei que a qualidade seria idêntica a de Paris, e mais uma vez cosniderando a proximidade do hostel com o meu local de chegada em partida, a estação de St Pancras. O St Christopher’s Inn London, fica a apenas 1 km de King’s Cross Station, uma caminhadazinha de apenas 20 minutos. No geral é semelhante ao hostel de Paris, tem um ótimo atendimento, um Pub no andar térreo, uma boa localização, mas eu devo dizer, a filial de Londres não é tão limpa e tão organizada quanto a de Paris. De qualquer forma, o local é ideal para se ficar, quando se pretende gastar poucas Libras e passar poucos dias. Ah, o hostel fica em Camden Town, o bairro preferido de Amy Winehouse. Inclusive, fica perto da casa que era dela, e que fui ver na última noite na cidade.

Kings

Depois de deixar as malas, não houve tempo para nenhum descanso. A passagem por Londres era de apenas 72 horas e havia muita coisa para ver. Então a visita ao Big Ben, a London Eye, ao Palácio de Buckingham e a Piccadilly Circus, acontecerem nesta mesma tarde/noite em um esquema de caminhada semelhante ao primeiro dia em Paris. Uma história para um outro capítulo da viagem.

 

França: Dimanche matin à Paris

Estava se aproximando as horas finais em Paris. Domingo seria o último dia com atrações planejadas e na segunda-feira, a França doaria 2 dias de turismo para a Inglaterra. Em todo caso, ainda havia muita coisa para ver em pouco tempo: Sacre Coeur, Moulin Rouge, Notre Dame e Luxembourg, enfim, um dia inteiro de muita caminhada para poder cumprir o cronograma e visitar esses pontos, nesta ordem. Neste post, vou falar sobre a manhã de domingo na região de Montmartre.

Visita à Sacre Coeur

A Basílica de Sacre Coeur fica na região de Montmartre, região 18, conhecida não somente pelo templo, mas também por seus cafés e cabarés. Este é um bairro boêmio de Paris, conhecido também por ser o cenário do filme Amélie Poulain. Mas a basílica em si é o que mais chama a atenção, toda imponente no alto da colina Montmartre e tem uma vista incrível de Paris, se você não vir a falecer depois da subida ingrime e da centena de degraus. Procurando na internet, vi que a basílica de Sacré-Coeur possui arquitetura bizantina, construída com mármore, então já esperava que o local estivesse cheio de turistas, até por que era domingo de manhã, então certamente haveriam celebrações no local.

E amém… Assim foi, o local estava cheio de pessoas de todos os lugares observando admirados, fazendo orações ou fazendo meditações em um jardim dedicado a esta atividade. É um local muito que vale a pena uma visita, mesmo que você não seja religioso ou católico, apenas pela beleza da arquitetura e do local, vale muito à pena visitar.

 

Golpes Aplicados em Turistas em Paris

No post que fala da Torre Eifflel, eu já tinha falado a respeito do perigo que gira em torno desses pontos turísticos famosos, por conta dos golpes que são aplicados em turistas. Naquele dia eu vi diversas mulheres tentando aplicar o golpe da assinatura, inclusive comigo. Mas em nenhum lugar, eu vi tanto “golpista” junto, mirando os turistas como no entorno da Sacre Coeur. Na realidade, ficou claro o tipo de vítima que eles miram: orientais e mulheres, especialmente. Naquele ambiente de oração e meditação, a paz divide espaço com as diversas maneiras de extorquir dinheiro dos visitantes.

Tem aquela história de produtos vendidos a um baixo preço e que depois tentam forçar você a pagar mais: eu sugiro que não segure nada que os vendedores de rua lhe oferecerem, porque eles empurram os produtos na sua mão e depois querem cobrar um outro preço diferente do que o que estão anunciando. Tem também o golpe da assinatura para causa beneficente, neste mesmo local, e aquelas mãos leves que gostam de levar carteiras. Mas o que eu fiquei mais impressionado foi o golpe da pulseira, que eu já tinha visto na internet antes de viajar, mas vi pessoalmente lá. Uns homens, geralmente de origem africana, forçam a todo custo colocar uma pulseira típica dos povos africanos no seu braço, fazendo uma espécie de trançado artesanal. Até aí tudo bem… O problema é que uma vez que ele fecha a pulseira, você, turista, não consegue mais desfazer os nós que ele deu. A partir daí ele começa a fazer acusações de que você não quer pagar pelo produto dele que está no seu braço, ou que você é racista, e em alguns vídeos na internet eles chegam até a ameaçar mesmo, por dinheiro. Neste momento, eles não está mais só, mais com vários vendedores dando razão para ele.

Como eu disse antes, eles miram pessoas específicas, especialmente orientais e mulheres sozinhas. Na ocasião eu vi um desses homens colocando a pulseira no braço de um garotinho que estava acompanhado da mãe, enquanto ela estava distraída. E fiquei imaginando, quando ele cobraria depois daquela mulher. Já vi relato de turistas dizendo que cortaram a pulseira com uma tesoura e deixaram o cara falando sozinho. Em todo o caso, cuidado nunca é demais. Tem policiais por perto, e volta e meia esses “vendedores” disparam correndo, porque a polícia vem se aproximando. Mas é preciso ter os olhos bem abertos para esses e para outros golpes aplicados.

Esse vídeo, mostra justamente esta ação com as pulseiras.

Esse outro mostra como os batedores de carteira agem nos metrôs.

 

Da Oração à “Perdição”: Uma visita ao Moulin Rouge

Como eu havia dito no início do post, o bairro de Montmartre tem uma característica bem peculiar, ele reúne no mesmo espaço uma das basílicas mais famosas da França e também o reduto dos antigos cabarés e casas noturnas. O mais famoso dele, o Moulin Rouge que fica a mais ou menos 15 minutos de caminhada da Basílica.

Moulin

E é uma caminhada muito boa, porque, mais uma vez, se você não comprou lembrancinhas suficientes, você vai encontrá-las aos montes nas lojinhas espalhadas pelas ruas do local. Sem falar que dessa vez a caminhada é mais tranquila, porque é descendo a rua e não escalando-a.

O Moulin Rouge é um dos mais famosos cabarés do mundo, construído no ano de 1889 e famoso pelo seu grande moinho vermelho em cima do telhado. A construção é um símbolo da noite de Paris, e tem sua história ligada a boemia da cidade. Por isso, a minha dica aqui é, não vá visitá-lo no domingo de manhã, vá visitá-lo a noite, porque ele deve ser um espetáculo quando está com toda a iluminação ligada. Nos dias atuais, diversos shows e apresentações acontecem no local, basta comprar o ingresso e assistir. Então, essa foi uma visita que deixou uma pendência, já que só o vi durante o dia.

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A manhã de domingo terminou tomando um café “americanizado” no Starbucks que fica frente do Moulin Rouge, para agregar força para a caminhada da tarde, que inciaria ali do lado mesmo, pegando o metrô para a estação de Saint Michel-Notre Dame, aonde a tarde seria iniciada. O que ficou sobre Montmartre foi a sensação de incompletude, já que posteriormente, vi em vários blogs outros pontos que valiam a pena uma visita. E isso, ficou para a próxima viagem.

Visita a Catedral de Notre-Dame

A tarde de domingo começou com a visita a Catedral de Notre-Dame. Na realidade, já havia passado na região praticamente todos os dias, já que a estação Saint Michel-Notre Dame estava sempre no caminho, e como o transporte de todos os dias foi o metrô, sempre passava nesta estação, não importa aonde iria.

Este é mais um ponto turístico bastante visitado, já que Notre Dame é uma das mais importantes catedrais não somente da França, mas da Europa. A história e as curiosidades sobre o lugar, deixo para os interessados conhecerem através do post do Conexão Paris, aonde eu também me informei. A minha dica pessoal para o lugar é: a arquitetura do lugar é incrível como tudo para variar, e a imagem é perfeita. Para aqueles que não conseguem viver sem internet, dá para acessar uma conexão wifi aberta na praça que fica atrás da Catedral, aonde também tem banheiro público. Por fim, como era hora do almoço quando eu estive em Notre-Dame, a dica é que tem vários restaurantes bons e baratos na região, por trás da Catedral.

Conhecendo o Jardim de Luxemburgo

Depois do almoço tardio, a última visita do dia e também o último ponto turístico a ser visitado em Paris foi o Jardim de Luxemburgo. Partindo de Notre-Dame, seria apenas uma parada da estação Saint Michel-Notre Dame até a estação Luxembourg. Só que mais uma vez, a caminhada é muito mais vantajosa para aproveitar ao máximo a cidade de Paris. São somente dois quilômetros de caminhada, onde pode-se aproveitar a vista da ponte, os cafés, as lojas e barraquinhas de lembranças (bastante presentes na região da Catedral), enfim, as ruas de Paris.

Luxe

E no final deste percurso,  se deparar com uma grande quantidade de pessoas aproveitado o sol do domingo para ler, praticar esportes, passear, e relaxar. Os Jardins de Luxemburgo são uma atração a parte, com um grande parque, uma grande área verde e um local ideal para finalizar um domingo cheio de caminhadas. Dessa vez não tem dica! Quer dizer, até tem! Se você passou o dia inteiro caminhando e conhecendo a cidade, a dica é pegar uma cadeira e tirar um cochilo, assim como boa parte do pessoal que está no local. Depois pegar o metrô ali mesmo ou seguir a pé para sua próxima parada.

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